Um bar lounge parecia algo lounge demais de nossa capital. Mas inaugurou. Fui sábado conferir, achei legal, mas não sei se pega. Os garçons pareciam meio estressados, sei lá com o quê, esquecendo detalhezinhos como pôr os guardanapos nas long necks, enxugar o balcão, essas sutilezas que fazem a diferença no atendimento. Na quinta-feira saía gente pelo ladrão, garantiu o DJ. O motivo do movimento ameno? Um show do inominável Babado Novo na mesma noite. Essas coisas que a classe média breguérrima da ilha adora, com todos vestidos de abadá o ano inteiro. .
Passei numa outra casa noturna, mas foi um erro. O DJ rolava Ed Motta. E não tinha vivalma lá. Talvez uma coisa esteja relacionada com a outra. Também deixo de ir a lugares pela música chata que tocam. Voltei ao bar lounge, e surpresa, vazio. Fechado o bar, rolava uma jam session entre o DJ e a dona do bar, ouvindo psy, trance ou sei lá que diabo, um monte de música não-dançável nem curtível. Uma droga não ter carro. Tive que esperar o amanhecer pra poder pegar a minha carruagem-abóbora.


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